Esta edição da Revista Elas no Poder registra um momento marcante para o Tribunal de Justiça de Alagoas: a promoção das desembargadoras Silvana Lessa Omena e Ana Florinda Dantas ao segundo grau de jurisdição.
As promoções representam o fortalecimento da participação feminina nos espaços de decisão do TJAL e um importante avanço na busca por maior representatividade no Poder Judiciário.
Além de apresentar o perfil e a entrevista de cada magistrada, a revista destaca a importância da Resolução CNJ nº 525/2023, que instituiu medidas para ampliar a participação das mulheres na composição dos tribunais de todo o país.
Mais do que registrar esse momento histórico, esta edição reafirma o compromisso da Presidência do TJAL e do Grupo de Trabalho de Participação Institucional Feminina (GTPIF) com a promoção da equidade de gênero e o fortalecimento de uma Justiça mais representativa.
Boa leitura!
Com a promoção das desembargadoras Silvana Lessa Omena e Ana Florinda Dantas, o TJAL passa a contar com duas mulheres entre dezoito desembargadores — representando 11,1% da composição da Corte Estadual.
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Momento histórico reforça o avanço da participação feminina nos espaços de decisão do TJAL
Em sessão realizada em 4 de agosto de 2026, quatro magistradas participaram simultaneamente dos julgamentos do Pleno pela primeira vez na história do Tribunal.
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A primeira desembargadora do TJAL promovida pela lista exclusiva feminina
Em entrevista à Revista Elas no Poder, a magistrada fala sobre sua trajetória de três décadas, os desafios da carreira e o significado de ser a primeira a ingressar no segundo grau pela Resolução CNJ nº 525/2023.
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Promovida pelo critério de antiguidade após 42 anos de carreira
Após quatro décadas de dedicação à magistratura alagoana, a desembargadora relembra sua trajetória, a paixão pelo Direito de Família e o projeto que resultou em mais de 12 mil reconhecimentos de paternidade.
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Uma política pública para ampliar a participação feminina na magistratura
A norma do Conselho Nacional de Justiça que abriu caminho para uma magistratura mais diversa — e que produziu resultados concretos no TJAL com a promoção da desembargadora Silvana Lessa Omena.
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Por Juíza Fernanda Brito · Integrante do GTPIF
Por que garantir oportunidades iguais para mulheres na magistratura é um compromisso com a Justiça — e não uma concessão. Uma reflexão sobre diversidade, representatividade e o papel do Judiciário na sociedade.
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